Mageia 3 is out!

In the night of May 18, mages, sorcerers, witches, and fairies took from the cauldron the new stable release of Mageia, now in your third version.
Mageia is a community Linux distribution based on Mandriva. This version have several softwares in their recent versions: KDE 4.10.2, GNOME 3.6, XFCE 4.10, Linux 3.8, systemd 195, rpm 4.11, LibreOffice 4.0.3, and more.
This release is dedicated to Eugeni Dodonov, former employer in Mandiva and a great free software developer. In your last work, Dodonov was in Intel developing a better integration between Intel graphics cards and Linux kernel. Dodonov died very young. He was cycling when was hit by a car. This accident happened in Sao Carlo city, Brazil, in 2012.
This release is special for me because the packages that I am the maintainer are available for Mageia users now. I am packing SWI-Prolog and abnTeX2. I intend make packages for scientific softwares and KDE stuff like themes and plasma applets. And, maybe, make a package to Cave Story because it is a beautiful game and everyone must play it! =)
Release notes, download link, tutorials to update from Mageia 2, and more news are here.
Mageia 3 saiu do caldeirão

E na noite do dia 18 de maio diversos magos, feiticeiros, bruxas e fadas tiraram do caldeirão colaborativo onde todos mexem a colher a nova versão estável da distribuição Mageia, agora em sua terceira encarnação.
Mageia é uma distro comunitária criada a partir de um fork do Mandriva. Essa versão conta com boas novidades, com softwares em suas versões mais recentes: KDE 4.10.2, GNOME 3.6, XFCE 4.10, Linux 3.8, systemd 195, rpm 4.11, LibreOffice 4.0.3, e mais.
O lançamento é dedicado à memória de Eugeni Dodonov, que foi gerente de desenvolvimento do Mandriva e teve contribuições significativas para o software livre em geral. Em seus últimos trabalhos, Dodonov estava alocado na Intel desenvolvendo uma melhor integração entre as placas gráficas da empresa e o kernel Linux. Dodonov nos deixou muito cedo, fazendo parte da triste estatística dos ciclistas que perderam a vida em acidentes automobilísticos. A fatalidade ocorreu nos arredores da cidade de São Carlos, em 2012.
Este lançamento também é especial para mim pois os primeiros pacotes que comecei a manter no Mageia agora estão disponíveis para o público na versão estável. Estou empacotando o SWI-Prolog e o abnTeX2, e pretendo continuar a manter mais softwares de cunho científico e algumas coisinhas do KDE tipo temas e plasma applets. E bem, talvez o Cave Story, porque ali é um belo jogo que todos merecem conhecer! =)
As notas de lançamento podem ser conferidas em português ou inglês. Lá também é possível encontrar links para download e como atualizar o Mageia 2 para esta nova versão.
Downloading SRPM build requires using urpmi
Several Linux distributions have specific commands to download build requires of a package. For example, Debian and its derivatives have apt-get build-dep; in OpenSUSE is zypper si -d; Fedora have yum-builddep; etc.
There is in Mandriva and derivatives distros using urpmi a command to do this too! But it is mandatory to link the package SRPM source.
The command is:
urpmi –buildrequires <package.src.rpm>
Remember, there are two hyphens in buildrequires option. You must to substitute <package.src.rpm> for the src.rpm package address. For example, to download Choqok build requires you uses::
urpmi –buildrequires ftp://mageia.c3sl.ufpr.br/mageia/distrib/cauldron/SRPMS/core/release/choqok-1.3-5.mga3.src.rpm
To find the SRPM package you must visit a repository of your distro and copy the complete package name. For example, there is a Tier 1 repository to Mageia in C3SL, the link is http://mageia.c3sl.ufpr.br/mageia/distrib/cauldron/SRPMS/.
Baixando dependências de compilação de pacotes SRPM via urpmi
Como usuário Mageia e contribuidor de um pequeno conjunto de softwares livres, sempre injevei as distribuições que disponibilizavam comandos específicos para baixar os requisitos de compilação de determinados pacotes. Por exemplo, na distro Debian e suas crias temos o apt-get build-dep; no OpenSUSE há o zypper si -d; no Fedora existe o yum-builddep; e por aí vai.
Mas a verdade é que distribuições baseadas no Mandriva, que utilizam o urpmi como gerenciador de pacotes, também dispõem de um comando com essa finalidade. A diferença é que, neste caso, você precisa apontar para o pacote SRPM do software que quer baixar as dependências. E esse pacote pode estar em um repositório remoto.
O comando é:
urpmi –buildrequires <package.src.rpm>
Lembre-se que são dois hífens na opção buildrequires. Substitua <package.src.rpm> pelo endereço do pacote src.rpm que você quer baixar as dependências. Por exemplo, para baixar as dependências do LibreOffice faça:
urpmi –buildrequires ftp://mageia.c3sl.ufpr.br/mageia/distrib/cauldron/SRPMS/core/release/libreoffice-4.0.2.2-4.mga3.src.rpm
Para navegar nos pactes SRPM você deve visitar o repositório de sua distro e pegar o nome completo do pacote por lá. Por exemplo, para a distro Mageia há um repositório Tier 1 no C3SL, na página http://mageia.c3sl.ufpr.br/mageia/distrib/cauldron/SRPMS/.
Seria legal que páginas de compilação de softwares mostrassem essa alternativa de download de requisitos, pois há um número considerável de distros que utilizam urpmi, por exemplo Mandriva, Mageia, PCLinuxOS, ROSA, Unity-Linux e outros. De qualquer forma, fica a dica para os desenvolvedores que trabalham com essas distros.
Ghost – nova plataforma de blog busca antiga simplicidade do WordPress

Estava lendo hoje sobre o Ghost, um uma plataforma de blog que pretende-se mais simples que o WordPress, com poucas funcionalidades.
Tem ideias boas lá, outras nem tanto. O visual é muito bom e atraente, a interface de gerenciamento de posts é sensacional, bem como a dashboard. O tema do blog, bastante limpo, se adapta ao dispositivo que o está acessando, melhorando bastante a experiência de leitura.
Entretanto, usar markdown ou qualquer outra linguagem de marcação como ferramenta obrigatória para formatação de texto vai contra a ideia de uma “just a blogging platform”, que ele aponta como aquilo que o WordPress deixou de ser mas que o Ghost virá a ser.
Linguagens de marcação servem apenas para dois usos, um dependente do outro: usuários técnicos escrevem texto com marcação, e esse texto será processado por máquinas. Pronto. Querer que o Ghost seja voltado para “as massas” de pessoas que querem apenas blogar, não dá. Apenas pessoas técnicas não gostam de usar mouse para clicar num botão para adicionar imagem, deixar o texto em negrito, etc.
Outro ponto que não gostei foi terceirizar completamente os comentários. Não sei porque essa mania de desacoplar os comentários de um post e colocar alguma empresa/software/serviço que não tem nada a ver com sua plataforma de blogging para fazer isso. Vá entender.
Mas de qualquer forma, o Ghost está aí procurando sua ajuda via Kickstarter para virar realidade. Apesar das minhas críticas, gostei muito do que vi e a ferramenta parece ser muito promissora.
Links:
Sobre o Ghost -> http://john.onolan.org/ghost/
Mais sobre o Ghost -> http://tryghost.org/
Ghost no Kickstarter -> http://www.kickstarter.com/projects/johnonolan/ghost-just-a-blogging-platform
Finalizando, ler sobre as motivações da criação do Ghost me fez pensar que o ciclo de vida de uma aplicação livre está cada vez mais de acordo com os seguintes passos: começa simples, poucas funções -> cresce ganha muitas funções -> criam fork com poucas funções.




